21/10/2014

Gata em Telhado de Zinco Quente


Esta quinta feira, dia 23 de Outubro, vai estar presente na sala principal do Teatro Académico Gil Vicente a peça Gata em Telhado de Zinco Quente de Tennessee Williams com encenação de Jorge Silva Melo e produção Artistas Unidos. Quero muito ver esta peça de teatro, que tem a duração de 2h, e estou bastante curiosa. Fazem falta mais interpretações de grandes peças em Coimbra, quando chega uma oportunidade destas há que não deixar escapar.

Sinopse
"Gata em Telhado de Zinco Quente é uma tragédia: a passagem do mundo velho a um novo que não há meio de nascer. No trágico Sul de Tennessee Williams tudo se agita em volta do dinheiro. Estreada em Nova Iorque em 1955 com direcção de Elia Kazan, esta peça ficou célebre graças ao belíssimo filme com Elizabeth Taylor, Paul Newman e Burl Ives nos papéis principais. No entanto, quer a versão de Kazan, quer o filme realizado por Richard Brooks em 1958 evitaram muitos dos problemas da peça original. Será possível devolver ao teatro aquilo que aparentemente o cinema fixou para sempre? Será possível voltar a fazer estas peças sem as cores esplendorosas de Hollywood? Será possível ver outra vez Maggie, a Gata como uma aventureira que a falta de dinheiro cega? Será possível voltar a pôr no palco estes dilemas, esta ansiedade, esta sofreguidão? Eu aposto que sim. Mas é uma peça de teatro." [Jorge Silva Melo]

Preçário
7€
5€ [< 25, Estudante, > 65, Grupo + 10, Desempregado, Parcerias]
Grupo + 10 [Oferta 2 bilhetes na compra de 10 ingressos]

20/10/2014

Fruta verde

Quantas mais primaveras celebro, mais a realidade da vida me pega chapadões. É terrível apercebemo-nos de certas realidades mas elas existem, o feitio das pessoas não muda e nem toda a gente amadurece como a fruta. Acho sempre que o tempo traz maturidade porque se até mim trouxe (alguma) - e eu sempre fui sofri de algo similar ao síndrome Peter Pan - também os outros passavam por esses momentos de epifania.
Ao que parece não acontece. E é nestes momentos que sinto que para andar para a frente tenho que largar lastro. Não me deixar abalar por dramas, nem ligar a infantilidades ou realidades imberbes. Porque, infelizmente, vejo adultos que continuam com feitios, atitudes e dramas de adolescentes e não quero essa realidade na minha vida daqui a uns anos. Senão o Pai Natal nem me traz o resto da minha maturidade.

16/10/2014

Birthday Wishlist

A data está aí a bater à porta, mas tenho esta publicação em rascunho há semanas. Sou uma pessoa de ideias fixas - ou não. Mas aqui está. Coisinhas que davam um jeitão, que preciso ou que quero só porque sim.

Converse All Stars | Nike Air Force 1 | Lipstick MAC Please Me | Watch Casio | Bag Zara | Blouse Zara | Sunglasses Burberry  
Nota: Além do Please Me, também podia ser o Hug MeBraveCherishCrème in your coffeePatisserie... Adoro todos.


Zara TRF

Pois...não aguentei. As calças já cá cantam. Em minha defesa, não foi um capricho, precisava mesmo delas. Mãe, perdoa-me sei que não gostas cá de rasgões, mas estas são perfeitas.


E dá para acreditar que esta camisola da Mango vem em 9 (NOVE!) cores?! Qualquer uma me agrada. Ainda por cima esta não enche a roupa de pêlos. Já fui à loja e encostei-me a uma data delas. Só para verificar que não ficava a parecer que tinha 20 gatos persa em casa.

14/10/2014

Not french fries

Ficam a parecer batatas fritas e são igualmente boas, mas muito menos calóricas. É sempre uma boa situação. Comecei por descascar as batatas, cortar em fatias finas e colocar numa taça com água e uma noz de sal. Ficaram de molho durante duas horas, absorveram o sal e escuso de as salgar depois de assadas. Untei o tabuleiro com um fio de azeite e coloquei a assar durante cerca 45 minutos a 190ºC. Isto depende da grossura com que cortam as batatas. Tirei do forno, dei-lhes um salpico de oregãos e ficaram uma delícia. 
Na próxima vez, tenciono utilizar papel vegetal pois mesmo com o azeite houve uma ou outra fatia mais fina que colou ao tabuleiro. E sim, vão haver próximas vezes.

13/10/2014

Pensei que ia morrer

Ontem, após um almoço de aniversário, comecei a sentir-me mal. Não estava bem sentada, não estava bem deitada, as náuseas tomavam conta de mim, no entanto não conseguia 'esvaziar' o estômago. Após cerca de meia hora de tormenta, e um arranco na barriga, comecei a vomitar. Pensei que após essa desagradável experiência ia ficar melhor. Mas a meio aconteceu algo na minha garganta. Fechou. Não saía nada, não entrava ar. 1 segundo, 2 segundos, silêncio e o bater do meu coração a ecoar nos ouvidos. Pensei logo 'vou morrer'. Tentei não entrar em pânico e saí aos tropeções na direção da sala e das vozes dos meus pais. O movimento deve ter ajudado pois subitamente um pouco de ar entrou para os pulmões. Voltei a dobrar-me e a passagem alargou, conseguia pensar melhor e já não sentia os olhos a quererem saltar das órbitas. Quando abri a porta e os meus pais viram o meu estado instalou-se o pânico, mas o pior já tinha passado. Consegui esvaziar completamente o estômago e sentei-me a tremer e com suores frios. Depois desta bela cena, chá e descanso apesar de ainda me sentir mal. O pior já tinha passado. Não desejo aquele susto a ninguém.

10/10/2014

Avisem quando puder entrar em pânico

Estas notícias do ébola já me andavam a impressionar mesmo quando eram nos países lá longínquos e sem sombras de ideia que chegasse aos ditos 'países civilizados' (expressão mais idiota). Pois quando ligo a televisão e me dizem que uma enfermeira aqui ao lado, vulgo Espanha, está infetada, começo a ficar com comichão na pele enquanto vejo as notícias. Um amigo meu, ganda paspalhão, dizia-me nestas férias "esta porcaria vai ser o apocalipse! Vai espalhar-se pelo mundo e a humanidade vai ficar à beira da extinção.". Eu, na altura, ri-me. Mas nos últimos tempos ando a pensar demasiado em comprar um gerador para a quinta e melhorar a vedação que a rodeia. Até porque The Walking Dead estreia este domingo.
 


Brincadeiras à parte, acho muito preocupante ainda não existir um soro ou vacina que dê uma possibilidade de cura aos infetados. E admiro muito os voluntários, médico e enfermeiros que trabalham para ajudar nesses países. Países esses tão debilitados, não só pelos seus doentes mas também pelas perdas familiares e pessoais.